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	<title>Muda o Mundo | Nordeste</title>
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	<description>Conectamos quem busca com quem tem práticas sustentáveis no Nordeste</description>
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	<title>Muda o Mundo | Nordeste</title>
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		<title>Como ser sustentável: 10 dicas práticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agnes Dantas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2022 18:59:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem se pergunta como ser sustentável está certamente despertando para a gravidade dos impactos que a humanidade tem causado no Planeta. Pois é mesmo na prática que entendemos como ser sustentável e como podemos reduzimos nossa pegada ecológica a partir de mudanças de hábito. Mas apesar de necessárias, as mudanças de rotina e de escolhas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem se pergunta como ser sustentável está certamente despertando para a gravidade dos impactos que a humanidade tem causado no Planeta.</p>



<p>Pois é mesmo na prática que entendemos como ser sustentável e como podemos reduzimos nossa pegada ecológica a partir de mudanças de hábito.</p>



<p>Mas apesar de necessárias, as mudanças de rotina e de escolhas diárias não são simples e não acontecem de uma hora para a outra.</p>



<p>Por isso, reunimos 10 dicas práticas para te ajudar a como ser sustentável gerando menos impacto negativo para o Planeta e para nossa vida em geral.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entendendo como ser sustentável</h2>



<p>De forma geral, é mais fácil <strong>mudar hábitos</strong> quando saímos do “modo automático” e observamos a nossa própria rotina em detalhes.</p>



<p>Por isso reunimos aqui 10 dicas práticas de <strong>como ser sustentável </strong>no dia-a-dia. Por exemplo, lavar a louça parece algo trivial e pouca gente pára pra pensar sobre isso.</p>



<p>Mas quando você toma consciência de que o detergente contém vários elementos químicos que agridem sua pele e poluem rios e córregos, passar a adotar mudanças. E passa a usar, por exemplo, os biodegradáveis.</p>



<p>O mesmo acontece na hora do banho, no trabalho, no supermercado, durante uma viagem. Aos poucos você conhece alternativas para hábitos mais sustentáveis.</p>



<p>Calma! Não somos capazes de salvar o mundo de repente, mas sempre há o primeiro passo!</p>



<p>No fim das contas, precisamos ter mais pessoas acreditando no poder da <a href="https://mudaomundonordeste.com.br/atitude-sustentavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atitude sustentável</a> como meio de <strong>preservar a natureza</strong> e gerar mudanças socioambientais.</p>



<p>Então confere a seguir as 10 dicas de ações práticas:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Recusar plásticos descartáveis</li><li>Usar sacola retornável</li><li>Separar o lixo e enviar para reciclagem</li><li>Repensar seus hábitos</li><li>Desembalar menos, descascar mais</li><li>Cuidar da água</li><li>Reutilizar o que seria lixo</li><li>Defender uma causa socioambiental</li><li>Plantar em casa ou nas praças</li><li>Buscar informações em fontes confiáveis</li></ol>



<h3 class="wp-block-heading">1. Recusar plásticos descartáveis</h3>



<p>Às vezes parece que essa atitude não faz diferença, mas ela é uma das simples e mais fundamentais!</p>



<p>Isso porque os<strong> plásticos descartáveis</strong> de uso único são produzidos em até 6 meses. Usamos por menos de 5 minutos, mas levam entre 200 e 400 anos para se decompor na natureza.</p>



<p>São canudos, copos descartáveis, sacolas plásticas, plástico PVC filme que estão em quase tudo. Mas nem todos são recicláveis! Aliás, apenas uma minoria é de fato reciclado.</p>



<p>Então, quando você reduz ou pára de consumir plásticos descartáveis, está dizendo para a indústria o que não é mais tolerado e que muita coisa precisa mudar.</p>



<p>Por isso, ande com seu <strong>copo reutilizável </strong>na mochila ou bolsa, adote um copo ou caneca no trabalho, carregue com você a sua <strong>ecobag</strong>.</p>



<p>E caso goste de canudo tenha o seu para não ter que usar o de plástico! Quando for a restaurantes ou lanchonetes, peça copos de vidro ou use o seu próprio. Sempre que possível explique o motivo a quem interage com você.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Usar sacola retornável</h3>



<p>A ecobag ou sacola retornável é alternativa simples e muito acessível, pois você mesmo pode fazer a sua ou ainda reutilizar uma já pronta.</p>



<p>Em geral, são feitas de algodão orgânico ou de materiais diversos e reaproveitados. Carregue sempre a sua com você para evitar o uso de sacos plásticos.</p>



<p>Cuidado para não cair no conto dos sacos plásticos ditos biodegradáveis &#8211; pois podem viram microplásticos se forem oxibiodegradáveis! O melhor é sempre recusar!</p>



<p>Além disso, não vale usar sacola retornável ou ecobag para carregar outras sacolas plásticas. Combinado?</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Separar o lixo e enviar para reciclagem</h3>



<p>Apesar de muita informação disponível, muitas pessoas ainda colocam tudo junto no lixo, de qualquer jeito.</p>



<p>Ou seja, misturam os <strong>resíduos orgânicos</strong> com os recicláveis ou reaproveitáveis. Desta forma, o que poderia ter valor de mercado vira rejeito.</p>



<p>Por isso, o primeiro passo é separar o que é orgânico (o “lixo molhado”, restos de alimentos e sobras de comida) do que é plástico, papel, papelão, vidro ou metal.</p>



<p>Pelo menos 50% do que geramos em casa são materiais orgânicos. Ou seja, podem ser reaproveitados por um processo chamado <strong>compostagem</strong>.</p>



<p>Isto é, o que seria lixo enviado para aterro sanitário vira adubo, enriquece o solo da agricultura urbana e evita a poluição do ar e da Terra com os lixões.</p>



<p>Além disso, basta higienizar os <strong>materiais recicláveis</strong> para, então, direcionar à <strong>coleta seletiva</strong>.</p>



<p>Assim, aumentamos as chances de os <strong>resíduos sólidos urbanos</strong> (RSU) terem o destino adequado, e ampliamos o percentual de resíduos reciclados.</p>



<p>De forma geral, no Brasil são poucas as cidades que tem coleta seletiva domiciliar.</p>



<p>Mas há catadores independentes e mesmo cooperativas de reciclagens que podem coletar e dar destino a alguns resíduos recicláveis.</p>



<p>Aliás, se não tem na sua cidade cobre a prefeitura! Até parcerias com outras cidades próximas são possíveis!</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Repensar seus hábitos</h3>



<p>Repensar é uma das ações do chamado <strong>5Rs da sustentabilidade</strong>: recusar, repensar, reduzir, reaproveitar e reciclar.</p>



<p>Às vezes dizer 3Rs, às vezes 7Rs, mas seja como for, são verbos de ação ligados à <a href="https://mudaomundonordeste.com.br/sustentabilidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sustentabilidade</a>, uma espécie de mantra de como ser sustentável.</p>



<p>Por exemplo, repensar hábitos pode ser deixar de consumir produtos de marcas que são <strong>principais poluidores</strong> mundiais do ar e dos oceanos. Basta ir ao Google para consultar esse ranking.</p>



<p>Também é válido reaproveitar restos de comida e fazer <strong>compostagem doméstica</strong>, mesmo em apartamentos. Vários vídeos ensinam como fazer!</p>



<p>Além disso, reduzir o consumo de carne a um dia na semana gera impacto no índice de desmatamento, pois a expansão pecuária responde por mais de 70% dos territórios verdes destruídos &#8211; especialmente para o cultivo de ração animal. </p>



<p>Você pode mudar o local onde faz a feira. Já pensou em comprar a granel ou frequentar feiras locais ao invés de comprar sempre em supermercados ou em grandes redes de lojas?</p>



<p>Pois comprar produtos regionais em produtores ou comércios locais reduz desperdício de alimentos e a queima de combustíveis fósseis. Entram nessa conta o seu deslocamento, o do alimento e toda a logística de transporte e de embalagens.</p>



<p>Outra<strong> prática sustentável</strong> é, sempre que possível, trocar o transporte individual (como o carro ou moto) pelo transporte público de massa ou por bicicleta e caminhada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Desembalar menos, descascar mais</h3>



<p>Não é novidade que quanto mais industrializados e processados são os alimentos, mais impactos geram para a saúde e para o Planeta.</p>



<p>Além de gerar embalagens plásticas, em geral descartáveis e não recicláveis, os alimentos multiprocessados consomem mais água e energia para serem gerados.</p>



<p>Isso sem falar dos maquinários e insumos, e da logística de transporte, distribuição e refrigeração, por exemplo.</p>



<p>Por outro lado, os alimentos orgânicos e produzidos localmente pela agricultura familiar em geral são mais saudáveis para nossa saúde e para o Planeta.</p>



<p>Além disso, você incentiva a economia local, a geração de renda e a soberania alimentar da população cada vez mais em vulnerabilidade <strong>social e ambiental</strong>.</p>



<p>Por isso, um hábito sustentável é descascar mais e desembalar menos. Isso reduz a produção de plásticos e a emissão de <strong>gases de efeito estufa</strong> que agravam a crise climática.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Cuidar da água</h3>



<p>Cuidar da água é fundamental, pois a Terra tem apenas 2% de água doce disponível. E menos de 1% é potável, ou seja, viável para o consumo humano.</p>



<p>Por isso, é muito importante prestar bastante atenção no desperdício de água – um <strong>recurso não renovável</strong>. Desligue a torneira e o chuveiro enquanto estiver ensaboando ou escovando dentes.</p>



<p>Observe se em sua casa, trabalho ou bairro há vazamentos de água que podem ser consertados.</p>



<p>Além disso, tudo o que a gente consome usou água ou energia para ser produzido. Por exemplo, a indústria da moda é uma das que mais consome água e energia. Sabia?</p>



<p>E como as usinas hidrelétricas são base da matriz energética do Brasil, a água é um dos insumos mais preciosos para nosso país.</p>



<p>Por fim, priorize <strong>produtos biodegradáveis</strong> que gerem menos impacto para as águas, já que na maioria das cidades os resíduos vão parar em rios, lagos ou córregos d’água.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="381" src="https://mudaomundonordeste.com.br/wp-content/uploads/2022/04/como-ser-sustentavel_charge_RicoStudio-1024x381.jpeg" alt="" class="wp-image-2437" srcset="https://mudaomundonordeste.com.br/wp-content/uploads/2022/04/como-ser-sustentavel_charge_RicoStudio-1024x381.jpeg 1024w, https://mudaomundonordeste.com.br/wp-content/uploads/2022/04/como-ser-sustentavel_charge_RicoStudio-300x112.jpeg 300w, https://mudaomundonordeste.com.br/wp-content/uploads/2022/04/como-ser-sustentavel_charge_RicoStudio-768x286.jpeg 768w, https://mudaomundonordeste.com.br/wp-content/uploads/2022/04/como-ser-sustentavel_charge_RicoStudio-1536x572.jpeg 1536w, https://mudaomundonordeste.com.br/wp-content/uploads/2022/04/como-ser-sustentavel_charge_RicoStudio-600x223.jpeg 600w, https://mudaomundonordeste.com.br/wp-content/uploads/2022/04/como-ser-sustentavel_charge_RicoStudio.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Crédito: Rico Studio (@rico_cartum)</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading">7. Reutilizar o que seria lixo</h3>



<p>Uma forma de <strong>ser sustentável</strong> é reutilizar o que iria para o lixo. Ou seja, usar novamente o que você já tem ou dar novo uso, contrariando os estímulos ao consumo e ao descarte.</p>



<p>Por exemplo, fazer compras de roupas e acessórios em bazar ou em brechós ao invés de shopping center é uma forma de como ser sustentável.</p>



<p>Além disso, é possível <strong>reutilizar roupas</strong> para produzir bolsas, sofás, colchas e até cortinas, algo diferente do objeto original que iria para o lixo.</p>



<p>Essa reutilização criativa também é chamada de <strong>upcycling</strong> – técnica de transformar um objeto ou recurso em um novo produto distinto do original!</p>



<p>Por exemplo, pneus usados viram poltronas ou camas para pet. Retalhos de calças jeans viram bolsas, e garrafas pet se tornam vasos autoirrigáveis. E sacolas de arroz e até de cimento se transformam em ecobags!</p>



<p>Ou seja, praticamente tudo o que já foi fabricado pode ser reutilizado. Só é preciso ter criatividade! E a internet traz diversas inspirações!</p>



<h3 class="wp-block-heading">8. Defender uma causa socioambiental</h3>



<p>Defender uma <strong>causa socioambiental</strong> é uma forma de aproximar a natureza da nossa realidade. Pode ser de forma individual, como ser voluntário, ou coletiva.</p>



<p>Além de fazer bem a cada um, se engajar é uma atitude que promove o senso de coletividade, cada vez mais ausente nas grandes cidades e centros urbanos. E essencial para protegermos o Planeta.</p>



<p>Afinal de contas, <strong>não existe Planeta B</strong>! E vale até <strong>ativismo digital</strong> se você não puder sair de casa.</p>



<p>Por exemplo, adotar um canteiro próximo de casa, integrar o coletivo da escola pública mais próxima, se envolver na preservação de parques públicos ou áreas verdes em sua comunidade.</p>



<p>Além disso, você pode apoiar o trabalho de cooperativas de catadores e projetos de economia circular ou negócios de impacto que envolvem a população mais vulnerável.</p>



<p>Outra opção é defender a criação de lei que proíbe plásticos descartáveis em estabelecimentos comerciais. Ou ainda <strong>apoiar práticas agroecológicas</strong> como cultivos sem agrotóxico, por exemplo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">9. Plantar em casa ou nas praças</h3>



<p>Cultivar plantas em casa ou <strong>fazer plantios em praças</strong> é uma forma simples de ser sustentável.</p>



<p>Mas você não mora em casa térreo? Acredite, mesmo quem vive em apartamentos tem alternativas de plantio.</p>



<p>Por exemplo, garrafas pet, latas de leite em pó, caixas de leite tipo UHT, potes plásticos e até sapateiras verticais podem se tornar mini <strong>hortas urbanas</strong>.</p>



<p>Em praças e parques públicos é possível plantar até em pneus como forma de reaproveitar estes resíduos tão facilmente encontrados em centros urbanos. Mas lembre de consultar as leis municipais.</p>



<p>Além disso, você pode ter o próprio mini jardim de ervas aromáticas ou ainda hortaliças e temperos, além de flores ou mesmo frutíferas e madeireiras em vasos.</p>



<p>Além de promover a saúde e bem-estar físico e mental, plantar é uma atitude sustentável que nos reaproxima dos ciclos da natureza como algo a ser cuidado.</p>



<p>Ou seja, o importante é plantar. Ainda que você não consiga manter as plantas em sua casa ou apartamento, experimente ter mudas para replantio em praças do bairro ou comunidade. </p>



<p>Isso ajuda na <strong>arborização de praças</strong>, na restauração dos solos e na convivência com as mudanças climáticas. Também é uma forma de recuperar corredores ecológicos e resgatar a biodiversidade. Pelo menos 1 milhão de espécies, de um total estimado de 8 milhões, estão ameaçadas de extinção.</p>



<h3 class="wp-block-heading">10. Buscar informações em fontes confiáveis</h3>



<p>A crise climática que enfrentamos não aconteceu de repente, e entender como ser sustentável passa pela necessidade de buscar informações em fontes confiáveis.</p>



<p>Segundo a WWF, entre 2018 e 2019 a cobertura mundial de notícias relacionadas a protestos ambientais cresceu 103%.</p>



<p>E uma pesquisa do The Economist mostrou que as buscas por <strong>bens sustentáveis</strong> tem aumentado em média 70% desde 2016, especialmente por produtos farmacêuticos, cosméticos, moda e alimentação.</p>



<p>De forma geral diversos cientistas, ambientalistas, figuras públicas e entidades de monitoramento de florestas e de impactos socioambientais disponibilizam dados na internet.</p>



<p>Para ajudar, listamos alguns dos mais relevantes: </p>



<p><a href="https://www.gov.br/inpe/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)</a></p>



<p><a href="https://www.wwf.org.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WWF-Brasil</a> (World Wild Fund for Nature)</p>



<p><a href="https://www.socioambiental.org/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto SocioAmbiental (ISA)</a></p>



<p><a href="https://www.oc.eco.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Laboratório do Observatório do Clima</a></p>



<p><a href="https://www.unep.org/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente no Brasil</a> (PNUMA ou UNEP da sigla em inglês).</p>



<p>Em resumo, dá um certo trabalho, mas vale a pena saber <strong>como ser sustentável</strong> e levar uma vida de menor impacto ao Planeta.</p>
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			</item>
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		<title>Atitude sustentável: dá para manter consumo consciente?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agnes Dantas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2022 15:37:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adotar uma atitude sustentável é muito mais do que economizar água na hora do banho, usar ecobag no mercado ou participar de abaixo-assinado pela internet. De forma geral, quem assume uma atitude sustentável ou várias delas ao longo do dia e da vida está mudando o Planeta – ainda que duvide disso! Pois, na prática, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Adotar uma atitude sustentável é muito mais do que economizar água na hora do banho, usar ecobag no mercado ou participar de abaixo-assinado pela internet.</p>



<p>De forma geral, quem assume uma <strong>atitude sustentável</strong> ou várias delas ao longo do dia e da vida está mudando o Planeta – ainda que duvide disso!</p>



<p>Pois, na prática, quem escolhe mudar a sua relação com a Natureza assume novos hábitos e rotinas – muitas vezes difíceis de mudar.</p>



<p>Por isso viemos explicar melhor, para que mais pessoas entendam o que é e coloquem em prática pelo menos uma atitude sustentável.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Afinal, o que é uma atitude sustentável?</strong></h2>



<p>Atitude sustentável é aquela ação que foi pensada antes de acontecer para considerar os tipos de impactos causados por uma decisão ou livre arbítrio.</p>



<p>Ou seja, são práticas diárias que envolvem responsabilidade socioambiental, consciência social, <strong>consciência ecológica</strong> e um pouco de dever cívico.</p>



<p>Apesar de não ter atitudes sustentáveis nos dicionários, não é difícil entender o que elas significam.</p>



<p>Em resumo, para saber se <strong>você pratica alguma atitude sustentável no seu dia a dia</strong>, confira a lista a seguir:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Recusar <strong>plásticos de uso único</strong>. Ou seja, evitar<strong> plásticos descartáveis</strong>!</li><li><strong>Economizar água e energia</strong> em tudo o que se faz e ir atrás de alternativas baseadas em <strong>fontes de energia renováveis</strong>;</li><li>Trocar o automóvel por transporte público coletivo, trechos de caminhada ou de bicicleta;</li><li>Repensar seu consumo diário e refletir sobre o que você compra, a quantidade e a proveniência;</li><li>Reaproveitar o máximo dos alimentos, ou saber <strong>como</strong> <strong>fazer compostagem</strong> dos restos de alimentos, que viram adubo;</li><li>Separar o lixo úmido dos <strong>materiais recicláveis</strong>, e destinar para a <strong>reciclagem</strong>;</li><li>Acompanhar causas socioambientais, e se engajar com a melhoria da qualidade de vida no seu bairro ou na sua comunidade.</li></ul>



<p>Confira todas as 10 dicas práticas de <a href="https://mudaomundonordeste.com.br/como-ser-sustentavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">como ser sustentável</a>!</p>



<p>Mas atenção! Essas ações não se esgotam nessa lista. Há uma lista bem mais ampla com <strong>o que são atitudes sustentáveis</strong>.</p>



<p>Por exemplo, você guarda lixo no bolso ou na bolsa até achar uma lixeira em sua cidade? Já tem uma prática sustentável e não sabia!</p>



<p>Outra coisa: você carrega seu canudo ou copo reutilizável, e pede comida delivery, mas dispensa descartáveis? Outro ponto a seu favor!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que adotar práticas sustentáveis?</strong></h2>



<p>Adotar práticas sustentáveis ajuda a mudar o mundo e o destino caótico que a humanidade vem dando ao Planeta desde a sua existência &#8211; sem perceber até agora.</p>



<p>Na verdade, são vários os motivos. Pois a humanidade consome anualmente recursos naturais de 1,75 Planetas Terra – é o que nos lembra o <a href="https://www.overshootday.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dia de Sobrecarga da Terra</a>.</p>



<p>E seguimos poluindo e destruindo o próprio habitat. Faz sentido?</p>



<p>De forma geral as pessoas pensam que “é só uma garrafinha” ou “esse canudo que eu uso não vai fazer diferença”. Pelo contrário!</p>



<p>Ou seja, a maioria das pessoas ainda não despertou para o impacto dos seus hábitos diários sobre o Planeta.</p>



<p>Por exemplo, apesar de a Terra ser chamada de Planeta Água, apenas 2% da água da superfície terrestre é doce e está disponível para consumo humano.</p>



<p>Então, fechar a torneira do banho enquanto você ensaboa tem muito impacto. Mas se todos de casa fizerem o mesmo, melhor.</p>



<p>Além disso, é preciso pressionar as indústrias e o governo para que façam o mesmo.</p>



<p>Porque tem uso excessivo de água em muita coisa que a gente não vê. A <a href="https://www.fao.org/home/en/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FAO</a>, agência da ONU para o combate a fome, diz que o agronegócio consome 70% da água utilizada no mundo. </p>



<p>Por isso também preserva água quem escolhe comprar alimentos de produções locais, sustentáveis, orgânicas ou da agricultura familiar de pequeno porte. Entendeu?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Reciclagem é atitude sustentável, mas não basta!</strong></h2>



<p>Quando falamos de <strong>atitude sustentável</strong> muitas pessoas pensam em reciclagem. E isso é ótimo. </p>



<p>Porém, reciclagem não basta e não deve ser pensada como uma solução para tudo!</p>



<p>Por exemplo, o Brasil é campeão mundial em reciclagem de alumínio – superamos a marca dos 97% de taxa de reaproveitamento do material na economia circular.</p>



<p>Mas vidro e alumínio são exceções. No Brasil menos de 2% de todo lixo coletado é reciclado, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (<a href="https://abrelpe.org.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ABRELPE</a>).</p>



<p>Por outro lado o <strong>Brasil é o 4º maior produtor de lixo plástico</strong> no mundo, com 11,3 milhões de toneladas por ano, segundo a WWF (<a href="https://wwf.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">World Wide Fund</a>).</p>



<p>A humanidade gera mais de 400 milhões de toneladas de plástico por ano – sendo um terço desse volume de plástico de uso único.</p>



<p>De acordo com previsão da <strong>Agenda 2030</strong> da Organização das Nações Unidas (ONU), até 2030 teremos mais plásticos do que peixes nos oceanos.</p>



<p>Ou seja, nem tudo <strong>o que é reciclável é reciclado</strong>. E na prática a reciclagem pode até reduzir o volume de resíduos que chega aos aterros sanitários. Mas antes dela tem muita coisa pra fazer e mudar! </p>



<p>Por isso é importante ter atitude sustentável que ajude a reduzir ou <strong>evitar a geração de resíduos</strong> em maior escala diariamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ressignifique a palavra lixo</strong></h2>



<p>Uma atitude sustentável é ressignificar a palavra lixo. O capitalismo nos ensina a usar e jogar fora tudo aquilo que não queremos mais ou que não precisamos mais usar.</p>



<p>Mas <strong>não existe jogar fora</strong>. Ou seja, o Planeta em que vivemos é o mesmo e tudo o que descartamos aqui permanece aqui. Além disso, volta para nós de alguma maneira!</p>



<p>Por isso é importante entender a <strong>diferença entre</strong> <strong>lixo, resíduo e rejeito</strong>.</p>



<p>Consumir algo, tendo ou não <strong>atitude sustentável</strong>, é gerar resíduos. Se os resíduos são restos de comida, eles são chamados resíduos orgânicos e podem ser reaproveitados.</p>



<p>E mais de 50% do que chamamos de <strong>lixo doméstico é comida</strong>, resto de comida ou matéria orgânica.</p>



<p>Como vieram da natureza, podem voltar à origem na forma de adubo, por meio do processo de <strong>compostagem</strong>.</p>



<p>Por outro lado, também geramos resíduos de plástico, papel, papelão, vidro ou metal a partir do que consumimos. Há chances porem não há garantias de que sejam reciclados.</p>



<p>Por fim, se o que sobra do que consumimos não pode ser reaproveitado, reciclado ou compostado, chamamos de rejeito. Esses, sim, podem ser considerados lixo.</p>



<p>Ou seja, quanto mais entendermos a <strong>diferença entre lixo e recicláveis</strong>, menores serão os impactos negativos que causamos ao Planeta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Consumo consciente é sustentável?</h2>



<p>Outra atitude sustentável é ser um consumidor consciente. Mas há quem questione se “<strong>consumo consciente</strong> é sustentável”.</p>



<p>De forma geral o consumo é uma decisão individual. Mas é fruto de uma sociedade capitalista que nos dá diversos estímulos sociais e culturais para o consumo.</p>



<p>Ou seja, consumir só por consumir ou só porque algo está barato são formas de extrair mais e esgotar os recursos do Planeta. Então, isso também precisa mudar!</p>



<p>Por exemplo, se uma pessoa comprava 50 camisetas por ano e passa a comprar 50 camisetas feitas de garrafas pet é considerada um consumidor de <strong>atitude sustentável</strong>?</p>



<p>Não! <a href="https://mudaomundonordeste.com.br/sustentabilidade/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sustentabilidade</a> não é isso!</p>



<p>Ao contrário, um <strong>consumidor consciente</strong> é aquele que assume uma postura responsável e se questiona antes de comprar.</p>



<p>Isto é, consumidor com atitude sustentável passa a fazer <strong>compra consciente</strong>, por vezes abre mão de certas compras, ou muda a forma de comprar. E se faz algumas perguntas antes de fazer uma compra:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Eu realmente preciso disso? Em nosso exemplo, “por que preciso de 50 camisetas”?</li><li>Ao invés de comprar, posso reutilizar as minhas?</li><li>O que eu preciso eu posso adquirir em bazar?</li><li>Quais são os materiais de produção dessas camisetas?</li><li>Essa marca é responsável? Ou faz uso de mão de obra precária, de trabalho infantil ou de trabalho escravo em países em desenvolvimento?</li><li>É uma empresa amiga do meio ambiente?</li><li>Vende <strong>produtos sustentáveis</strong> ou só faz <strong>greenwashing</strong> em seu marketing?</li></ol>



<p>Ou seja, <strong>o que diferencia o consumidor consciente do consumista</strong> não é apenas a quantidade de produtos que compra. </p>



<p>Mas todas as ponderações que ele faz e a atitude sustentável que assume.</p>



<p>Em resumo, atitude sustentável é assumir uma nova visão de mundo e praticar responsabilidades que gerem mais impacto positivo sobre o Planeta.</p>
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		<title>Sustentabilidade: o que é, contradições e possibilidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agnes Dantas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 01:01:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dicionários, sustentabilidade é algo “que se pode sustentar”. Ou, ainda, conservar, preservar, favorecer, continuar. Mas o termo sustentabilidade tem sido tão usado para o bem quanto para confundir, o que deixa o assunto meio desgastado. Ou seja, a palavra sustentabilidade é aplicada tanto para ações em prol do meio ambiente quanto para que empresas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nos dicionários, <strong>sustentabilidade</strong> é algo “que se pode sustentar”. Ou, ainda, conservar, preservar, favorecer, continuar. </p>



<p>Mas o termo sustentabilidade tem sido tão usado para o bem quanto para confundir, o que deixa o assunto meio desgastado.</p>



<p>Ou seja, a palavra sustentabilidade é aplicada tanto para ações em prol do meio ambiente quanto para que empresas e instituições aproveitem a falta de clareza sobre o conceito.</p>



<p>Mas, para nossa sorte, muitas pessoas, projetos, empresas e OSCs vem adotando sustentabilidade para tratar de atitudes ambientalmente corretas, economicamente viáveis e socialmente justas.</p>



<p>Por isso, achamos válido falar das questões positivas e não tão positivas sobre a tal <strong>sustentabilidade</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sustentabilidade</strong><strong>: o que é, afinal?</strong></h2>



<p>No contexto socioambiental e econômico, em geral, a <strong>sustentabilidade é</strong> a capacidade de ser sustentável e de conciliar questões econômicas, sociais e ambientais para o bem-estar do ser humano.</p>



<p>Também pode ser traduzida como uma busca pelo equilíbrio entre qualidade de vida e extração de recursos naturais.</p>



<p>Então, na teoria, se algo não é positivamente contínuo é insustentável em nível econômico, social ou ambiental.</p>



<p>De forma geral, esse é o entendimento que vem sendo adotado desde a década de 1970, quando <strong>sustentabilidade e desenvolvimento sustentável</strong> tornaram-se conceitos praticamente inseparáveis.</p>



<p>Portanto, <strong>desenvolvimento sustentável</strong> “é o desenvolvimento que satisfaz as necessidades da geração presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras para satisfazer as suas próprias necessidades”.</p>



<p>Essa definição do Relatório de Brundtland (CMMAD, 1987) é uma das explicações mais usadas para definir <strong>sustentabilidade ambiental</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um breve histórico</strong></h2>



<p>Há estudos que apontam que a <strong>sustentabilidade</strong> começou a ser considerada como um conceito socioambiental ainda em 1798, poucos anos após a Primeira Revolução Industrial.</p>



<p>Naquele mesmo ano, um economista e estatístico Thomas Malthus associou qualidade de vida a crescimento populacional. Porém, também apontou um possível colapso no futuro, caso não encontrássemos equilíbrio entre o crescimento populacional e subsistência.</p>



<p>Mas foi entre as décadas de 1960 e 70 que a comunidade global passou a questionar o modelo de desenvolvimento econômico focado na extração excessiva de recursos. E que resulta em desmatamento e outros impactos ambientais.</p>



<p>Então, líderes e comunidade científica presentes na primeira Conferencia Mundial das Nações Unidas para o Meio Ambiente, em <strong>1972 Estocolmo</strong>, passaram a aplicar o termo <strong>sustentabilidade</strong>. A propósito, em 2022, a conferência completa 50 anos.</p>



<p>Ou seja, os discursos institucionais e governamentais adotavam a palavra associada ao contexto ambiental.</p>



<p>A partir daí, a sustentabilidade não saiu mais da pauta. Em 1992, o Rio de Janeiro abrigou a segunda Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a chamada<strong> Rio92</strong>.</p>



<p>De forma geral, desde então, o que eram discursos, estudos científicos e preocupações ambientais se transformaram em marcos institucionais listados em <strong>a Carta da Terra</strong>.</p>



<p>Daí em diante vieram as Cartas e Compromissos Globais, Conferências Mundiais e a <strong>Agenda 2030</strong>, que  <strong>são Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</strong> ou ODS (SDG em inglês).</p>



<p>Ou seja, os líderes mundiais assumiram compromissos com a <strong>preservação ambiental sinônimo</strong> de diversidade biológica, combate a fome, à poluição das águas e mudanças climáticas </p>



<p>E <strong>sustentabilidade</strong> e desenvolvimento sustentável passaram a ser entendidos também como o resultado de combinações de ações em níveis sociais, econômicos e ambientais.</p>



<p>Na prática, sustentabilidade seria algo economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente adequado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Meio ambiente e sustentabilidade</strong></h2>



<p>Apesar de parecer, na prática, equilibrar a equação <strong>meio ambiente e sustentabilidade</strong> não é tão simples. </p>



<p>Isso porque desde a Revolução Industrial produzimos e consumimos com muito mais intensidade do que, de fato, precisamos.</p>



<p>Ou seja, a sociedade e a economia global ainda são guiadas pela sensação de escassez e pela dependência de <strong>fontes de energia não renovável</strong> &#8211; como combustíveis fósseis, por exemplo.</p>



<p>Nesse cenário passamos a explorar recursos naturais finitos como minério e água, e a poluir a atmosfera com mais força do que ela é capaz de suportar. </p>



<p>Por exemplo, é enorme a dependência social e econômica da indústria petroquímica, que gera insumos para plásticos, farmacêuticos, combustíveis etc. Da mesma forma é enorme o impacto dessa indústria para o meio ambiente.</p>



<p>Afinal de contas, a população mundial cresceu mais de 120% desde os anos 1970. Pois a conta desse estilo de vida é cara e chega para todos.</p>



<p>Uma das formas de ver como está esse cheque especial da humanidade com o Planeta é o <strong>Dia de Sobrecarga da Terra</strong>, criado pela <a data-type="URL" data-id="https://footprintnetwork.org" href="https://footprintnetwork.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Global Footprint Network</a>.</p>



<p>Nessa data, a GFN calcula e divulga uma espécie de extrato bancário. Ele mostra quantos por cento de recursos naturais do Planeta a humanidade já consumiu. É o resultado da chamada <strong>pegada ecológica</strong> da humanidade, e de cada um dos mais de 7,7 bilhão de indivíduos.</p>



<p>Infelizmente chegamos a consumir 1,75 Planeta Terra por ano.</p>



<p>Isto é, consumimos muito mais água, energia e recursos minerais, florestas e biodiversidade do que a biocapacidade da Terra consegue repor ou regenerar em um ano. Nossa <strong>pegada ecologica</strong> aumentou.</p>



<p>Ou seja, extraímos recursos naturais de uma forma nunca antes imaginada para produzir mais do que aquilo que necessitamos. E, apesar disso, seguimos registrando fome e miséria em diversos países. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Afinal, </strong><strong>sustentabilidade</strong><strong> é possível?</strong></h2>



<p>É normal que se questione: sustentabilidade é possível em um mundo capitalista, em que tudo o que produzimos consome água, energia e muita matéria-prima? </p>



<p>Sim, é possível falar em <strong>vida sustentável</strong> e em <strong><a href="https://mudaomundonordeste.com.br/atitude-sustentavel/">atitude sustentável</a></strong>. Desde que estejamos preparados para avaliar as contradições e possibilidades da sustentabilidade, ela é possível.</p>



<p>Nos dias atuais, qualquer governo, empresa ou instituição pode aplicar em sua cidade ou trabalho pelo menos uma das 169 metas de ação global dos 17 <strong><a href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ODS Agenda 2030</a></strong> da Organização das Nações Unidas (ONU). </p>



<p>Além disso, há um volume cada vez maior de pessoas que não toleram desigualdades sociais, de gênero ou de raça, por exemplo.</p>



<p>Ou seja, é possível aplicar na prática <strong>sustentabilidade e responsabilidade social</strong> demandando relações pessoais ou profissionais mais justas.</p>



<p>Da mesma forma, consumidores cobram mais <strong>responsabilidade socioambiental</strong> das empresas. </p>



<p>Isto é, clientes mais vigilantes exigem produtos mais ecológicos e um processo de produção mais colaborativo que beneficie funcionários e colaboradores com <strong>redução de impactos ambientais</strong>.</p>



<p>Porém, ainda tem empresa que usa a sustentabilidade apenas como ferramenta de marketing, sem justificar que ações concretas é capaz de gerar. Isso é enganação e se chama <strong>greenwashing</strong>.</p>



<p>Ou seja, é preciso agir como <strong>consumidor consciente</strong> e exigir produtos e serviços que demandem cada vez menos recursos naturais, reaproveitem resíduos e gerem menos impactos ao meio ambiente.</p>



<p>Seja no feitio ou no descarte, os produtos e serviços precisam contribuir para a regeneração de biomas.</p>



<p>Da mesma forma, a sociedade ressignifica <strong>o que sustentabilidade ambiental</strong> quer dizer. Quer dizer que a <strong>crise climática</strong> <strong>global</strong>, os desmatamentos e a poluição por plásticos fazem parte de um todo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contradições da sustentabilidade</h2>



<p>Porém, se sustentabilidade é o equilíbrio entre necessidades e recursos naturais, como seguir com o consumo, ainda que seja de produtos ditos sustentáveis?</p>



<p>Ao mesmo tempo, consumidores, acionistas e investidores esperam mais coerência e propósito das marcas. Equilíbrio entre viabilidade econômica e práticas sustentáveis – <strong>ESG o que é</strong> sinônimo para <strong>responsabilidade socioambiental empresarial</strong>.</p>



<p>Isto é, o mundo pede mais <strong>responsabilidades socioambientais</strong> que promovam o desenvolvimento sustentável, <strong>preservação do meio ambiente</strong> e bem-estar da comunidade local.</p>



<p>De forma geral, são esperadas ações de nações e relações econômicas globais, de governos, da sociedade civil, de empresas e dos consumidores!</p>



<p>E isso nos insere em uma rede global em defesa de um <strong>desenvolvimento sustentável</strong> possível.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sustentabilidade e consumo consciente</strong></h2>



<p>Por estas e outras questões, uma nova relação entre <strong>sustentabilidade e consumo consciente</strong> vem sendo defendida nos últimos anos.</p>



<p>Isto é, consumidores estão mais conscientes do impacto que seu modo de vida urbano e isolado da natureza vem causando ao Planeta.</p>



<p>Por outro lado, mais empresas adotam matéria-prima orgânica, reciclagem de embalagens ou <strong>logística reversa</strong>. E há mais <strong>negócios de impacto</strong> incentivando novas relações socioambientais.</p>



<p>Ou seja, <strong>ser sustentável</strong> é &#8211; ou pelo menos deveria ser! &#8211; entender de que forma você, sua empresa ou sua cidade devem se relacionar com a Natureza a partir de agora.</p>



<p>Uma das formas é conhecer e praticar os <strong>5Rs da sustentabilidade</strong>: Repensar, Recusar, Reduzir, Reutilizar e, só então, Reciclar. Falam em 3Rs, 6Rs, 7Rs&#8230; enfim!</p>



<p>Tudo bem! O importante é que entre as <strong>dicas para ser sustentável</strong> está a consciência para mudar sua forma de pensar e de agir. Consulte dicas sobre <a href="https://mudaomundonordeste.com.br/como-ser-sustentavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">como ser sustentável</a>. Acredite, é transformador!</p>



<p>Em resumo, ser sustentável não é apenas gerar uma pegada ecológica cada vez menor: <strong>sustentabilidade</strong> é promover impactos positivos e a regeneração do Planeta como saldo das ações individuais e globais.</p>



<p>Artigos que podem interessar:</p>



<p><a href="https://mudaomundonordeste.com.br/atitude-sustentavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Atitude sustentável: dá para unir sustentabilidade e consumo consciente?</a></p>



<p><a href="https://mudaomundonordeste.com.br/como-ser-sustentavel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Como ser sustentável: 10 dicas práticas</a></p>
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		<title>Cerro Corá: sítios arqueológicos e nascentes perto de Natal-RN</title>
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		<dc:creator><![CDATA[agnes_dantas_blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 23:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blogging]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[tourism]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Read it in English Agnes Dantas em Cerro Cora: inscrições rupestres ficam no Geossítio Serra Verde, parte integrante do Geoparque do Seridó Natal, Rio Grande do Norte &#8211; O que visitar no Rio Grande do Norte além de Natal, Genipabu e Pipa? Quem pensa que só tem dunas e praias no entorno de Natal-RN se engana. [&#8230;]</p>
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									<p><span style="color: #800000;"><strong>Natal, Rio Grande do Norte &#8211;</strong> </span>O que visitar no Rio Grande do Norte além de Natal, Genipabu e Pipa? Quem pensa que só tem dunas e praias no entorno de Natal-RN se engana. No Rio Grande do Norte tem serra, cultura, sítios arqueológicos e muita natureza &#8211; da Mata Atlântica a Caatinga! Estou apenas começando a conhecer o estado que adotei como casa em 2018 e parti com um grupo de aventureiros para Cerro-Corá.</p>								</div>
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									<p>Ali mesmo no <span style="color: #ff6600;"><strong>Geossítio da Serra Verde</strong></span> estão abrigos sobre pedras em que o tempo transformou em uma grande sala de reuniões. Lá sentamos e ouvimos as histórias do sítio arqueológico e observamos <span style="color: #ff6600;"><strong>inscrições rupestres</strong></span> que representam ora hábitos de caça e de convivência ora figuras que mais parecem animais pré-históricos presentes naquele lugar há milhares de anos. Ao que parece &#8211; sem confirmações concretas &#8211; grupos de <span style="color: #ff6600;"><strong>nômades liderados por mulheres</strong></span> podem ter habitado por ali em um determinado período.</p>								</div>
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									<p>Dos sítios arqueológicos partimos para um delicioso almoço no <strong><span style="color: #ff6600;">Restaurante da Jil</span></strong>, onde comida caseira e regional é servida com zelo e carinho a preços bem acessíveis. Aproveitamos a interlocução de um guia local para conhecermos a <strong><span style="color: #ff6600;">Casa Grande da Praça Tomas Pereira</span></strong>, reformada em 2015 para celebrar 100 anos da tradicional família local. Mesmo sem estar aberta ao público a casa mostra a grandeza da região já pela fachada externa.</p><p>O passeio agora é conhecer a <strong><span style="color: #ff6600;">nascente do Rio Potengi</span></strong>, o maior rio do Estado cujo nome foi dado pelos índios potiguares, apelidados de “comedores de camarão” (em tupi, Poti-gí, rio dos camarões). Vários olhetes brotam do solo e a água saloba (salgada e doce) rica em cloreto de sódio parte de Cerro Corá pela Serra de Santana recebendo água de afluentes por 176 km até sua foz, em Natal. No fim do dia a dica é observar o <strong><span style="color: #ff6600;">pôr-do-sol do topo do Mirante do Cruzeiro</span></strong>, bem no Centro da Cidade, de onde se vê a Serra de Borborema, de São João e as hélices das usinas eólicas que cercam a região.</p><p>Fotos: autorais Agnes Dantas</p><p>Roteiro: <a href="http://www.ecoturbrasil.com.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener">www.ecoturbrasil.com.br</a></p>								</div>
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					<h3 class="elementor-heading-title elementor-size-default"><b><span style="font-family: Roboto, Arial, sans-serif;font-size: 16px;font-style: normal;letter-spacing: 0.1px">Cerro Corá-RN: nice place to visit besides Natal and Pipa in Rio Grande do Norte</span></b></h3>				</div>
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									<p>Those who thinks there&#8217;s only beach and dunes around Natal and Pipa touristic destinations in Rio Grande do Norte are wrong. Here there&#8217;s mountains, archaeological sites, and cultural and natural sites. So let&#8217;s see and learn something about Cerro Corá, in Seridó area?</p><p>Cerro Corá is a city that is just over 180 km from Natal-RN, in the so-called Seridó region. I&#8217;ve been there with help of a local travel agency (ecoturbrasil.com.br). After almost 2 hours by car me and my friends arrived at <span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;">Lajedo do Tanque Azul, where we were able to see </span><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;">records of the South American Cave Man and his enigmas on the rocks. We </span>had time to learn more about the caatinga vegetation and the possibility of extracting food and water in periods of drought. For us who live in an urban area, it was beautiful to learn more about animals and plants like cactus (xique-xiques, Mancadarús, and the gogóia species). From gogóia&#8217;s flower is extracted a delicious and sweet fruit.</p><p>Right there in the Geosite of the Serra Verde are shelters on stones in which time turned into a large meeting room. We sit and listen to the stories of the archaeological site and observe cave inscriptions that represent hunting habits, coexistence and figures that seem more prehistoric animals present in that place for thousands of years. It seems groups of nomads led by women may have inhabited there for a period of time.</p><p><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400;">After a little rest the tour guide took us to visit the wellspring </span>of the Potengi River, the largest river in the state named by indigenous people (Potiguares). It means &#8220;shrimp eater&#8221; (in Tupi, Poti-gí). The river&#8217;s delta is located at the city of Natal, where it discharges into the Atlantic Ocean very near from another touristic attraction &#8211; The Reis Magos Fort. In Natal, the river marks the division between the North Region and the rest of the city.</p><p>At the end of the day we went to watch the sunset from the top of Mirante do Cruzeiro, in the City Center, where you can enjoy a 360 degrees view from Cerro Cora and Serra de Borborema, besides wind farms that surround the region.</p>								</div>
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		<p>O post <a href="https://mudaomundonordeste.com.br/cerro-cora-sitios-arqueologicos-e-nascentes-perto-de-natal-rn/">Cerro Corá: sítios arqueológicos e nascentes perto de Natal-RN</a> apareceu primeiro em <a href="https://mudaomundonordeste.com.br">Muda o Mundo | Nordeste</a>.</p>
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		<title>Lisboa e as Festas dos Santos Populares: o que fazer e onde ir</title>
		<link>https://mudaomundonordeste.com.br/lisboa-dicas-festas-santos-populares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[agnes_dantas_blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2019 22:11:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Junho em Lisboa: como aproveitar as festividades juninas!? na capital portuguesa Click HERE and read it in English A cidade de Lisboa é tomada em junho pelas festas populares espalhadas por todos os bairros. Aliás, Portugal inteira vive junho em festa, mas Lisboa ganha destaque por ser capital e por ser abençoada por Santo Antonio [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mudaomundonordeste.com.br/lisboa-dicas-festas-santos-populares/">Lisboa e as Festas dos Santos Populares: o que fazer e onde ir</a> apareceu primeiro em <a href="https://mudaomundonordeste.com.br">Muda o Mundo | Nordeste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="3123" class="elementor elementor-3123" data-elementor-post-type="post">
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					<h1 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Junho em Lisboa: como aproveitar as festividades juninas!? na capital portuguesa</h1>				</div>
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									<span class="elementor-button-text"><b>Click HERE and read it in English</b></span>
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									<p>A cidade de <span style="color: #008000;"><strong>Lisboa</strong></span> é tomada em junho pelas festas populares espalhadas por todos os bairros. Aliás, Portugal inteira vive junho em festa, mas Lisboa ganha destaque por ser capital e por ser abençoada por Santo Antonio – padroeiro da cidade.</p>								</div>
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									<p><span style="color: #999999;">Estive em Lisboa durante as festas em junho, por isso trago dicas de</span> <strong><span style="color: #008000;">oito lugares para visitar em Lisboa em junho </span></strong><span style="color: #999999;">para aproveitar as Festas dos Santos Populares!</span></p>								</div>
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									<p>Todos os anos os visitantes de Lisboa em junho são recebidos de forma muito especial: não faltam opções de gastronomia e diversão por isso é bom saber quais lugares vale a pena visitar e desfrutar da agenda. Você verá ruas enfeitadas de pequenas bandeiras e faixas coloridas, tomadas de flores que representam cravos, fé e fertilidade para a terra e para as pessoas – isso é celebrar o solstício de verão! Além de muita dança e música, os visitantes desfrutam dos pratos típicos, vinhos e a famosa Ginjinha oferecidos por moradores de sobrados em vilas residenciais e pelos tradicionais restaurantes e bares, as chamadas “tascas”.</p><p>O trânsito de carros e de transportes públicos por vezes é desviado para dar espaço às churrasqueiras com sardinhas assadas na brasa, palcos com shows de música popular e barracas de pratos típicos como as “entremeadas”, pregos no pão, bifanas e enchidos (as linguiças e salsichões).</p>								</div>
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									<p>Para você desbravar Lisboa sem se perder indico <strong><span style="color: #008000;">oito lugares para visitar em Lisboa em junho</span></strong> se sentir como um lisboeta.</p><ul><li><strong><span style="color: #008000;">Misericórdia/Bica</span></strong><span style="color: #000000;"> &#8211; </span>Por conta da altíssima concentração de hostels, lodges e espaços AirBnB, as festas nesta região são intensas em junho. São raras as noites sem agitação nas ruas, por vezes limitadas apenas ao acesso de pedestres. Comum ver as ruas ocupadas por churrasqueiras disponibilizadas por tascas e restaurantes. O <span style="color: #008000;"><strong>miradouro de Santa Catarina</strong></span> – também chamado <strong><span style="color: #008000;">Mirante do Adamastor</span> </strong>&#8211; reúne um público mais alternativo e disposto a se divertir de graça e à luz do luar, bastando a bebida que é servida em quiosque ou mesmo trazida de casa. Vale ter atenção aos pertences após certa hora da noite, quando aumenta o risco para os desatentos. (<span style="color: #008000;">Como chegar: Ascensor da Bica / Eléctrico/Tram</span>);</li></ul><figure id="attachment_438" aria-describedby="caption-attachment-438" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.agnesdantas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/10junho2018_sardinhas-1-e1561496858656.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-438" src="https://www.agnesdantas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/10junho2018_sardinhas-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><figcaption id="caption-attachment-438" class="wp-caption-text">Agnes Dantas em Lisboa na Festa dos Santos Populares: provar sardinhas assadas é praticamente obrigatório</figcaption></figure><ul><li><strong><span style="color: #008000;">Graça</span></strong> &#8211; O bairro fica no entorno do <strong><span style="color: #008000;">Castelo de São Jorge</span> </strong>e é conhecido entre turistas pelos miradouros com ampla vista da cidade e igrejas seculares. Destacam-se a <strong><span style="color: #008000;">Igreja e Convento da Graça</span></strong> e o <span style="color: #008000;"><strong>Miradouro da Graça</strong></span> (Sophia de Mello Breyner Andresen). Nas festas dos santos populares, o bairro da Graça ganha ainda mais vida quando moradores e turistas ocupam o <strong><span style="color: #008000;">Largo da Graça</span></strong>, a <span style="color: #008000;"><strong>Vila Berta</strong></span> e a <strong><span style="color: #008000;">Rua Senhora da Graça</span></strong>. A sugestão é chegar até o mirante antes do pôr-do-sol para, ao fim do espetáculo do astro-rei, divertir-se entre os palcos, sardinhas e muita cantoria. (<span style="color: #008000;">Como chegar: Eléctrico / Tram</span>)</li><li><strong><span style="color: #008000;">Largo do Intendente</span></strong> &#8211; as músicas típicas marcam as festas dos santos populares, mas não é o caso do Largo. Lá há mais espaço para jazz, rock e múltiplas apresentações culturais de ex-colônias portuguesas, por exemplo. Cervejarias, restaurantes e tascas abrem as portas para apresentações de rua e manifestações culturais das mais distintas. Chegue no fim da tarde para conhecer a loja <span style="color: #008000;"><strong>A Vida Portuguesa</strong></span> e tomar um drinque no <span style="color: #008000;"><strong>Infame</strong></span> ou na <strong><span style="color: #008000;">Casa Independente</span></strong> para abrir as festividades. (<span style="color: #008000;">Como chegar: Metro Intendente</span>)</li><li><strong><span style="color: #008000;">Praça do Comércio</span></strong> &#8211; A abertura oficial da agenda em geral ocorre por lá e é acompanhada de grandes shows abertos ao público às margens do <span style="color: #008000;"><strong>Rio Tejo</strong></span> com bela vista para os <strong><span style="color: #008000;">Arcos da Rua Augusta</span></strong>. As apresentações são duram até altas horas da madrugada, então é válido permanecer entre restaurantes, boates e bares da moda localizadas nas marquises do entorno da praça. (<span style="color: #008000;">Como chegar: Metro Terreiro do Paço ou Baixa-Chiado</span>)</li></ul><figure id="attachment_44" aria-describedby="caption-attachment-44" style="width: 150px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.agnesdantas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2junho2018_FestadosSantos_Mouraria2-e1561497214423.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-44" src="https://www.agnesdantas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2junho2018_FestadosSantos_Mouraria2-e1561497214423-150x150.png" alt="" width="150" height="150" /></a><figcaption id="caption-attachment-44" class="wp-caption-text">Lisboa na Festa dos Santos Populares: Mouraria é um dos bairros mais tradicionais</figcaption></figure><ul><li><strong><span style="color: #008000;">Mouraria &#8211;</span> </strong>Muito parecida com o Largo da Graça, a Mouraria é uma das áreas mais democráticas. Reúne pelo menos três espaços principais de diversão aberta aos moradores e turistas – sem contar os espaços privados e restaurantes com rooftop. Na <strong><span style="color: #008000;">Praça Martim Moniz</span></strong> food trucks e barracas se instalam e oferecem diversão ao longo de quase todo o mês de junho. Atrás do <strong><span style="color: #008000;">Centro Comercial Mouraria</span></strong> tem-se acesso a espaços como a <strong><span style="color: #008000;">Rua da Guia,</span></strong> tomada por bares e palco com música, <strong><span style="color: #008000;">Largo da Severa</span></strong> e a <strong><span style="color: #008000;">Travessa da Mouraria</span></strong>, em que se compartilha mesas comunitárias cercadas por churrasqueiras de sardinhas e pregos no pão. Já o <strong><span style="color: #008000;">Pátio dos Lagares</span></strong> é referenciado entre os jovens em virtude das apresentações culturais e espaços gastronômicos alternativos. (<span style="color: #008000;">Como chegar: Metro Martim Moniz / Ônibus / Eléctrico-Tram</span>)</li><li><strong><span style="color: #008000;">Avenida da Liberdade</span></strong> &#8211; É nesta avenida, entre o Parque Eduardo VII e o Monumento aos Restauradores, que acontecem as “Marchas Populares”, grande parada em homenagem ao Santo de Lisboa. Na noite do dia 12 de junho, véspera do Dia do Santo, reúne alegorias e adereços criados por moradores das freguesias da Grande Lisboa em disputa pela atenção e pelo primeiro lugar no campeonato anual. A cidade literalmente pára mais cedo para dar lugar as arquibancadas e festividades. (<span style="color: #008000;">Como chegar: Metro Rossio ou Restauradores / Ônibus / Eléctrico-Tram</span>)</li></ul><figure id="attachment_38" aria-describedby="caption-attachment-38" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.agnesdantas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/10junho2018_SantoAntonio_altar-e1561497341115.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-38" src="https://www.agnesdantas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/10junho2018_SantoAntonio_altar-e1561497341115-150x150.jpeg" alt="" width="150" height="150" /></a><figcaption id="caption-attachment-38" class="wp-caption-text">Lisboa na Festa dos Santos Populares: altar festivo na Igreja de Santo Antonio</figcaption></figure><ul><li><strong><span style="color: #008000;">Alfama/Castelo &#8211;</span> </strong>As charmosas vielas do bairro se enfeitam de altares e bandeirinhas coloridas. Eis que as festas se dividem entre a cantoria e os bares e churrasqueiras de sardinha no Largo de São Miguel e as celebrações religiosas e shows no Largo da Igreja de Santo Antonio. Durante todo o mês há agenda especial de exposições e missas em homenagem ao santo. Lisboa abriga um complexo que integra a Igreja que leva o nome do santo e um museu com acervos de sua trajetória sacra. (fonte: Museu de Lisboa/Sto Antonio, da cripta em que houve o marco). A sugestão é passear por lá um dia inteiro, combinando o Castelo de São Jorge com o Museu de Lisboa – Teatro Romano, ou com o Museu do Fado e os miradouros de Santa Luzia e Porta do Sol. (<span style="color: #008000;">Como chegar: caminhando pela Beira-Tejo via Metro Terreiro do Paço / Ônibus / Eléctrico-Tram</span>)</li></ul>								</div>
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					<h3 class="elementor-heading-title elementor-size-default"><h3><span style="color: #008000">Popular Saints Festival in Lisbon: where to go and what to do</span></h3></h3>				</div>
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									<p>June is a month of traditional festivities in Lisbon, the cosmopolitan capital of Portugal, because it is time of Santo Antonio’s Party or St Anthony’ Party. Santo Antonio is treated as patron of the city so all over the streets it is possible to feel smell of roasted sardines BBQ and walk around and have fun during popular parties, blessed by Portuguese wine and Ginjinha liquer for all night long! That’s why it is important read this travel tips: <strong><span style="color: #008000;">eight places to go and things to do to enjoy June festivities in Lisbon</span></strong>.</p><p>Usually June is the mount of coloured garlands, globes and flags and more often pots of aromatic basil that brings verses with it, phrases speaking about lucky and love. The highest moment of June’s festivals happens at 12th evening when it’s starts &#8220;<span style="color: #008000;"><strong>Marchas Populares</strong></span>&#8220;, a big traditional parade on &#8220;<strong><span style="color: #008000;">Avenida da Liberdade</span></strong>&#8221; (Liberty Avenue), the night before 13th Santo Antonio&#8217;s Day.</p><figure id="attachment_42" aria-describedby="caption-attachment-42" style="width: 225px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.agnesdantas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/13jun2018_Festas-dos-Santos_manjericos.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-42" src="https://www.agnesdantas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/13jun2018_Festas-dos-Santos_manjericos-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" /></a><figcaption id="caption-attachment-42" class="wp-caption-text">Popular Saints Festival in Lisboa: parties and aromatic basil</figcaption></figure><p>All Lisbon’s oldest neighborhoods – Alfama, Graça, Mouraria and Castle&#8217;s old quarters – receive the visitors in a very special way: with big parties and lots of food. There are plenty of options for gastronomy and fun. The traffic of cars and public transport is controlled to make way for barbecues with grilled sardines, stages with popular music shows and tents of typical dishes such as &#8220;entremeadas&#8221;, “bifanas” and sandwiches of steaks and sausages.</p><ul><li><strong><span style="color: #008000;">Misericórdia &amp; Bica</span></strong><br />The festivities in this region are intense in June due to the very high concentration of hostels, lodges and AirBnB spaces. There&#8217;s no calm evenings there where we can see streets occupied by BBQ grills provided by bars and restaurants. In this area you must visit the viewpoint of <strong><span style="color: #008000;">Santa Catarina</span></strong> &#8211; also called <span style="color: #008000;"><strong>Mirante do Adamastor</strong></span>. The place usually concentrate an alternative audience willing to have fun in the moonlight, with drinks served in a kiosk or even brought from supermarket or home. It is worth paying attention to belongings after a certain hour of the night, when the risk for the inattentive increases. (How to get there: Bica Lift / Electric Tram)</li><li><strong><span style="color: #008000;">Graça</span></strong><br />The neighborhood is located around São Jorge Castle and is known among tourists by the belvederes with wide views of the city and secular churches. You need to visit at least <strong><span style="color: #008000;">Convento e Igreja da Graça</span></strong> (Graças Church and Convent) and <span style="color: #008000;"><strong>Miradouro da Graça</strong></span> (Graça viewpoint) officially called Sophia de Mello Breyner Andresen Square. During the Popular Saints&#8217; Festivals, the Graça neighborhood gains even more life when locals and tourists occupy <span style="color: #008000;"><strong>Largo da Graça</strong></span>, <span style="color: #008000;"><strong>Vila Berta</strong></span> and <span style="color: #008000;"><strong>Senhora da Graça</strong></span> Street. The suggestion is to reach Miradouro da Graça before the sunset and then go straight ahead to stages, sardines and small villages in that area. (How to get there: by walk and electric trams)</li><li><span style="color: #008000;"><strong>Largo do Intendente</strong></span><br />Largo do Intendente is where you will find one of the most alternative versions of the Popular Saints festivals. There are spaces for jazz, rock and various cultural cultures of former Portuguese colonies. This space is surrounded by breweries, restaurants, nightclubs and bars open as doors to street communications and cultural shows. Take time to arrive earlier and visit the historic store “<strong><span style="color: #008000;">A Vida Portuguesa</span></strong>” or <strong><span style="color: #008000;">Infame</span></strong> Bar (How to get there: Intendente Metro station).</li><li><strong><span style="color: #008000;">Praça do Comércio / Commerce Square and Rua Augusta Arch</span></strong><br />When the Mayor opens Popular Saints Festival usually plenty of events and shows take places at <strong><span style="color: #008000;">Commerce Square</span></strong>. Take your time to see the concerts agenda and take your seat in one of those restaurants and trendy bars located in the marquees around the square. Another choice is walk on the banks of the <span style="color: #008000;"><strong>Tagus River</strong></span> with a beautiful view to the Rua Augusta Arch. The performances are held all night long (How to get there: Terreiro do Paço or Baixa-Chiado Metro stations)</li><li><strong><span style="color: #008000;">Mouraria</span></strong><br />Much like Largo da Graça, Mouraria is one of the most democratic areas to enjoy the Festivals. At least three main spaces usually stay opened for locals and tourists &#8211; not to mention private spaces and rooftop restaurants. At <strong><span style="color: #008000;">Martim Moniz Square</span></strong> food trucks and tents set up and offer fun throughout most of the month of June. Walking through the streets near from <span style="color: #008000;"><strong>Mouraria Shopping Center</strong></span> you will have access to funny and familiar spaces. The street called <strong><span style="color: #008000;">Rua da Guia</span></strong> is one of those places taken by bars and stage with music, and in <strong><span style="color: #008000;">Largo da Severa</span></strong> and <strong><span style="color: #008000;">Travessa da Mouraria</span></strong> you will be able to share community tables surrounded by barbecues of sardines and “prego do pão” (BBQ on bread). On the other hand, the <strong><span style="color: #008000;">Pátio dos Lagares</span></strong> is referenced among young people because of the cultural presentations and alternative gastronomic spaces. (How to get there: Martim Moniz metro station)</li><li><strong><span style="color: #008000;">Avenida da Liberdade</span></strong><br />This avenue is located in the midway between <span style="color: #008000;"><strong>Eduardo VII Park</strong></span> and the <span style="color: #008000;"><strong>Restauradores Monument</strong></span>. It is where happens the &#8220;<strong><span style="color: #008000;">Marchas Populares</span></strong>&#8220;, the great and popular parade in honor of Santo Antonio in Lisbon during the Popular Saints Festivities. On the night of June 12, the eve of Santo&#8217;s Day, allegories shown props created by residents of the parishes of Greater Lisbon parade asking for attention and for the annual championship parade. The town literally stops early business activities for giving way the festive people in the stands. (How to get there: Rossio or Restauradores metro stations)</li></ul><figure id="attachment_38" aria-describedby="caption-attachment-38" style="width: 225px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.agnesdantas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/10junho2018_SantoAntonio_altar-e1560192951164.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-38" src="https://www.agnesdantas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/10junho2018_SantoAntonio_altar-225x300.jpeg" alt="" width="225" height="300" /></a><figcaption id="caption-attachment-38" class="wp-caption-text"><span style="color: #000000;">Flours and aromatic basils for Santo Antonio at Museum of Lisbon/Saint Anthony&#8217; Church</span></figcaption></figure><ul><li><strong><span style="color: #008000;">Alfama &amp; Sé</span></strong><br />Alfama is one of Lisbon’s main and oldest district, and the most pictured at social media’s times. The very narrow streets and its tiny houses are permeated by Lisbon traditions – sardines grilling in the open air, fado played in several street corners and charming alleys of the neighborhood usually adorned with altars and colorful flags during June’s festivals. Behold, the parties are divided between <strong><span style="color: #008000;">Largo de São Miguel</span></strong> and the religious celebrations and concerts in <span style="color: #008000;"><strong>Largo de Santo Antonio</strong></span> (Main church surrounding). Throughout the month there is a special agenda of exhibitions and masses in honor of the saint. (<span style="color: #008000;"><strong>Museum of Lisbon</strong></span> <strong><span style="color: #008000;">&#8211; Sto Antonio</span></strong>, from the crypt where the landmark took place). The suggestion is to stroll there a whole day, combining Sao Jorge Castle, <span style="color: #008000;"><strong>Lisbon Museum &#8211; The Roman Theater</strong></span>, or <strong><span style="color: #008000;">Fado Museum</span></strong> (Fado is Portugal’s traditional music) and <strong><span style="color: #008000;">Santa Luzia or Porta do Sol</span> </strong>viewpoints. You can certainly stay there at night in a fado house –there’s a great diversity of options over there. Suddenly became cool again in recent years, that’s why it is important to hear tips from locals before going.</li></ul>								</div>
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		<title>Conheça Agnes Dantas, jornalista e voluntária em causas ambientais</title>
		<link>https://mudaomundonordeste.com.br/quem-e-agnes-dantas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[agnes_dantas_blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Jun 2019 23:22:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Working]]></category>
		<category><![CDATA[blogger]]></category>
		<category><![CDATA[jornalista]]></category>
		<category><![CDATA[portfólio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#8220;Agnes Dantas, an extrovert journalist, social media content manager and environmental volunteer&#8221;: click here and read this article in ENGLISH Seja bem-vindX! Sou Agnes Dantas, jornalista, conteudista e voluntária na área ambiental Muito prazer! Sou Agnes Dantas, jornalista, gestora de redes sociais e voluntária de causas sócio-ambientais. Adoro viajar e viajo mesmo quando não saio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="#English version below">&#8220;Agnes Dantas, an extrovert journalist, social media content manager and environmental volunteer&#8221;: click here and read this article in ENGLISH</a></p>
<p>Seja bem-vindX!</p>
<h1><strong>Sou Agnes Dantas, jornalista, conteudista e </strong>voluntária na área ambiental</h1>
<p>Muito prazer! Sou Agnes Dantas, jornalista, gestora de redes sociais e voluntária de causas sócio-ambientais. Adoro viajar e viajo mesmo quando não saio da minha cidade. Blogueira nas horas vagas, reservo esse lugar para compartilhar todos os meus pensamentos, portfólios profissionais e experiências neste mundo da Mãe Terra.</p>
<figure id="attachment_19" aria-describedby="caption-attachment-19" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.agnesdantas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/CoachMundoDigital_AgnesDantas-empreendedora-digital-peq.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-19" src="https://www.agnesdantas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/CoachMundoDigital_AgnesDantas-empreendedora-digital-peq-1024x685.jpg" alt="Agnes Dantas jornalista blogger empreendedora digital" width="640" height="428" /></a><figcaption id="caption-attachment-19" class="wp-caption-text">Agnes Dantas: jornalista e empreendedora digital voltando a escrever sobre viagem e vida</figcaption></figure>
<p><span id="more-1"></span></p>
<p>Sou jornalista extrovertida, tão apaixonada por viagens que virei repórter de cadernos especiais de Viagem e Turismo em jornal, fui gerente de projetos de Desenvolvimento Local e Turismo, e voluntária internacional em Meio Ambiente. O resultado da minha paixão por viagens e dos cerca de 20 anos de experiência como usuária e profissional de internet e gestão de redes sociais estará nesse blog, um dos espaços em que espero compartilhar minhas experiências e dicas de viagem. Sou consultora de conteúdo web e gestora de marketing digital, então meu trabalho é criar e administrar conteúdos para internet e veículos digitais.</p>
<p>Estive por dez anos em redação de jornal, revista e internet, assessoria de comunicação e relações institucionais, e me especializei em Inovação em Turismo. Por mais oito anos gerenciei projetos de desenvolvimento regional, <a href="http://www.turismo.gov.br/assuntos/5302-%C3%ADndice-de-competitividade-do-turismo-nacional.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">turismo e sustentabilidade</a> na Fundação Getulio Vargas (RJ) onde conclui meu mestrado em Administração Pública. Neste período viajei para diversas cidades do Brasil em pesquisas de campo e coordenei a comunicação de projetos de desenvolvimento local.</p>
<p>Após 2 anos de experiência em comunicação para relações institucionais em Brasília, embarquei em 2018 para 6 meses sabáticos &#8211; 4 meses estudando em Portugal e 50 dias sendo voluntária em uma imersão internacional na Nova Zelândia. Agora, morando em Natal-RN, ajudo pessoas com mais de 50 anos a usar a internet e as redes sociais e faço consultoria para ensinar microempresários a aplicarem redes sociais a favor dos negócios (<a href="http://www.coachmundodigital.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Coach do Mundo Digital</a>). Para contatos profissionais acesse <a href="http://www.linkedin.com/in/agnesdantas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">meu perfil no LinkedIN</a>, clicando <a href="http://www.linkedin.com/in/agnesdantas" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>.</p>
<figure id="attachment_20" aria-describedby="caption-attachment-20" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.agnesdantas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_0212-e1561306468924.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-20" src="https://www.agnesdantas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/IMG_0212-e1561306468924-1024x729.jpg" alt="" width="1024" height="729" /></a><figcaption id="caption-attachment-20" class="wp-caption-text">Agnes Dantas nas dunas do Parque Nacional do Jalapão (Jalapão National Park, Tocantins)</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Read in English</strong></p>
<p><strong><a name="English version below"></a></strong></p>
<p><strong><span style="color: #339966;">Welcome friends!</span></strong> I’m <strong>Agnes Dantas</strong>, an extrovert journalist, social media content manager and environmental volunteer that loves to travel. I blog to have a place to share all my thoughts and experiences connected with the world of Mother Earth.</p>
<p>I am so crazy about traveling that I &#8220;travel into&#8221; my own city sometimes. In twenty years of experiences as journalist I&#8217;ve been reporter, <a href="http://nordesteNE.blospot.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">blogger</a>, manager of Local Development and Touristic project, as well as an international environment volunteer in Auckland, New Zealand. The result of my passion for traveling and journalism will be on this blog besides my social media channels.</p>
<figure id="attachment_76" aria-describedby="caption-attachment-76" style="width: 939px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.agnesdantas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/19ago2018_Motutapu-Island-Kate12-e1561307444787.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-76" src="https://www.agnesdantas.com.br/wp-content/uploads/2019/06/19ago2018_Motutapu-Island-Kate12-e1561307444787-939x1024.jpg" alt="Vista da Harbour Bay em Motutapu Island" width="939" height="1024" /></a><figcaption id="caption-attachment-76" class="wp-caption-text">Agnes Dantas admirando a vista em Motutapu Island, Auckland, Nova Zelândia</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>When I&#8217;m not here writing or traveling, I&#8217;m a web content consultant and digital marketing manager. I create and edit texts and other media for internet and vehicles in digital format. I teach people (seniors) plus 50 how to use the internet and social networks, and I support entrepreneurs to apply social networks for business. For ten years I worked in newspaper, magazine and internet writing, communication and institutional relations. In the last eight years I managed regional development, tourism and sustainability (FGV) projects &#8211; you can click and see my name on those <a href="http://www.turismo.gov.br/assuntos/5302-%C3%ADndice-de-competitividade-do-turismo-nacional.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">management reports</a>. I went to several cities in Brazil in field research and coordinated the communication of local development projects. Master in Public Administration, specialising in Innovation in Tourism, I dedicated 6 months for a sabbatical time studying, traveling and serving as an international volunteer.</p>
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